This poetic, tri‑lingual nocturne blends Portuguese, Spanish, and English lyrics with smooth male vocals, nylon‑string guitar, fretless bass, and jazz‑inflected piano to explore loss, memory, and the quiet rituals of surviving grief. The song follows a wandering figure — addressed as “Flaco” in a charged, confrontational opening — whose suffering is acknowledged with both bite and tenderness.
A coroner moves through empty, cold streets, reflecting on lives that ended in silence. Over gentle rhythms and soft harmonic motion, music becomes his refuge: a balm, a companion, and the only place where the dead still breathe.
Across layered verses and mirrored bridges, the song traces a path from mourning to a fragile kind of healing. The recurring motif of ritmos suaves / gentle rhythms symbolizes the shelter he finds in sound — a new home built from melody, memory, and the acceptance of life’s brevity.
The piece culminates in a quiet affirmation of resilience: even in the presence of death, music carries the spirit forward, offering peace where words alone cannot.
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Oi!
En Español,
Flaco!!!
Boa noite. Você esta morto...
Correndo, caminha pelas ruas vazias
Seus passos ecoam na noite tão fria
O céu estrelado parece distante
Vidas partidas num mistério constante
Lembranças dos mortos pairam sobre ele
Uma névoa densa descendo como um véu
Origens perdidas, a vida tão breve
Procura abrigo no ritmo que o leve
Ele encontra a paz
Esperando que a música lhe dê um abraço
Brevidade da vida tão curta e dura
Busca conforto sem medo de ser curto
Noite longa, passos lentos e calmos
Coronel pensa nas histórias contadas
Vidas que terminaram agora em silêncio
Mas sua música pode fazer um novo círculo
Ritmos suaves
Um bálsamo para o alívio
Encontrando paz sem deixar a dor
Lembranças dos mortos como uma névoa
Em ritmos suaves ele encontra uma nova casa
Música é sua companheira, seu amigo fiel
Encontrando conforto sem medo de ser velho
Brevidade da vida tão curta e dura
Mas na música ele encontra sua hora
Correndo,
Caminha pelas ruas vazias
Seus passos ecoam
Na noite tão fria
O céu estrelado
Parece distante
Vidas partidas
Num mistério constante
Lembranças dos mortos
Pairam sobre ele
Uma névoa densa
Descendo como um véu
Origens perdidas,
A vida tão breve
Procura abrigo
No ritmo que o leve
In gentle rhythms
He finds peace
Hoping that music
Feels like a hug
Life's brevity,
So short and harsh
He seeks comfort
Without fear
Of being shallow
Long night,
slow and calm steps
The coroner thinks
Of the stories told
Lives that
Ended
Now in silence
But his music can
Make a new circle
They called you flaco,
like you were nothing,
Flaco,
I saw your wounds,
The crushing suffering
Your soul was torn apart,
Body took more harm,
A man can bear.
Shards across the floor
So I’ll be your voice,
You won’t fade,
No more.
In this room of shadows,
I speak your name
Coroner justice…
I carry your flame
Gentle rhythms
A balm for relief
Finding peace
Without leaving the pain
Memories of the dead
Like a mist
In gentle rhythms
He finds a new home
Music is his companion,
His faithful friend
Finding comfort
Without fear of growing old
The brevity of life
So short and hard
But in music
He finds his time
Chamavam você de flaco,
Como se fosse nada.
Flaco…
Vi suas feridas,
A dor esmagada.
Sua alma rasgada,
Corpo levou mais dor
Do que um homem aguenta.
Estilhaços no chão.
Eu serei sua voz,
Você não vai sumir,
Nunca mais.
Neste quarto de sombras,
Eu digo seu nome.
Coronel Da Noite…
Eu carrego seu fogo.
Ele...
Passou por nós assolem
Ele encontra sua hora
O rosto sempre parece pior do que realmente está.
Cabeça erguida.
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